ABNT NBR 16710 - RESGATE TÉCNICO INDUSTRIAL EM ALTURA E/OU EM ESPAÇO CONFINADO - NÍVEL COORDENADOR DE EQUIPE (INICIAÇÃO/PERIÓDICO)
SOBRE O CURSO
O objetivo deste treinamento é capacitar você ou sua equipe para coordenar operações de resgate em altura e em espaços confinados, conforme as diretrizes da ABNT NBR 16710 e da Norma Regulamentadora NR 33. Durante o curso, você ou sua equipe aprendem a elaborar pré-planos de resgate, aplicar protocolos operacionais padronizados, organizar a equipe e distribuir funções, empregar o sistema de comando de incidentes e um plano de comunicações, montar sistemas de vantagem mecânica compostos e ancoragens equalizadas, além de conduzir resgates por corda e com tirolesas. Essa qualificação contribui para a prevenção de acidentes, operações mais bem coordenadas e uma atuação mais segura, responsável e alinhada às exigências legais.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
a) normas regulamentadoras oficiais e Normas Brasileiras aplicáveis;
b) princípios de segurança de uma operação de resgate;
c) identificação dos riscos associados a uma operação de resgate;
d) avaliação de risco × benefício em uma operação de resgate;
e) elaboração de pré-planos de resgate em altura e/ou em espaço confinado;
f) protocolos operacionais padronizados;
g) organização de equipes de resgate, com atribuição de funções e responsabilidades aos componentes;
h) noções gerais sobre sistema de comando de incidentes;
i) plano de comunicações para operações de resgate, uso de diversos meios de comunicação e terminologia padrão para emergências;
j) certificação dos equipamentos e sistemas de resgate;
k) seleção e uso correto dos equipamentos pessoais de resgate: cinto paraquedista, eslingas ou talabartes, conectores, capacete, luvas, descensor, ascensores, trava-quedas e estribo;
l) instalação e operação de sistemas de resgate ou de evacuação de pré-engenharia;
m) seleção e uso correto dos equipamentos coletivos de resgate: cordas, eslingas, anel, fitas ou contas de ancoragem, conectores, polias, bloqueadores, macas, tripé, descensores e ascensores;
n) montagem dos principais nós de encordamento utilizados em resgates (blocantes, de arremate, de emenda, de ancoragem e asseguradores);
o) montagem de ancoragens simples, semiequalizadas, equalizadas, fracionamentos e desvios com nós de encordamento;
p) efeito dos ângulos formados pelas ancoragens na distribuição de cargas;
q) montagem e operação de sistemas de vantagem mecânica simples, compostos e combinados (bloco);
r) limites de desempenho dos equipamentos de progressão em corda utilizados em resgates de vítimas;
s) inspeções de pré-uso e periódicas dos equipamentos individuais e coletivos de resgate;
t) identificação das condições de prontidão operacional ou de danos, defeitos e desgastes para recusa dos equipamentos reprovados, conforme orientação dos fabricantes;
u) métodos de manutenção, limpeza, acondicionamento e transporte dos equipamentos de resgate;
v) conceituação da força de choque gerada pela retenção de uma queda de altura;
w) conceituação de fator de queda;
x) desenvolvimento do trauma de suspensão inerte e suas principais medidas terapêuticas;
y) utilização dos meios de comunicação disponíveis e da terminologia padrão para emergências;
z) utilização e instalação de dispositivos de ancoragem têxteis ou metálicos do tipo móvel, com ou sem elementos de fixação mecânicos ou químicos;
aa) conceituação das técnicas de progressão vertical por corda em resgates;
ab) execução de técnicas de progressão por corda para ascensão, descensão e passagem de fracionamentos, desvios e nós;
ac) execução de técnicas de descidas em cordas tensionadas;
ad) execução de técnicas de progressão em tirolesas horizontais e inclinadas;
ae) utilização de meios de fortuna aplicados às técnicas de resgate por corda;
af) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para descensão com vítimas, com passagem de fracionamentos, desvios e nós;
ag) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para movimentação de vítima para baixo ou para cima;
ah) execução de técnicas de resgate com progressão por corda para desbloqueio de vítimas suspensas em descensores, ascensores ou sistemas de proteção individual contra quedas;
ai) tipos de macas de transporte vertical e sua compatibilidade com o tipo de operação ou de lesão da vítima;
aj) técnicas de imobilização de vítimas em macas, com ou sem imobilizadores de coluna ou de membros;
ak) técnicas de movimentação vertical de vítimas em altura ou em espaços confinados com sistemas de resgate e de evacuação de pré-engenharia ou sistemas de vantagem mecânica simples;
al) montagem e operação de sistemas de movimentação vertical e horizontal de macas em cordas tensionadas (tirolesa) na horizontal, diagonal e cruzada;
am) técnicas de movimentação básica de maca (vertical, horizontal e terrestre);
an) fatores técnicos que afetam a eficiência de um resgate com corda e/ou em espaço confinado (desempenho, velocidade, alcance, duração, condições climáticas, ambiente do espaço confinado, resgatista etc.);
ao) técnicas de uso de equipamentos de proteção respiratória aplicados para resgate.
MAIS DETALHES
Carga horária (Iniciação/Periódico): 32 horas (22 a 24 horas prática).
Validade: 02 anos.
Tipo de aula: Presencial / Teórica / Prática.
Pré-requisito: Ensino médio completo, qualificação no nível líder e treinamento de primeiros socorros.
Observação: Atende à carga horária da equipe de emergência e salvamento da NR 33 (Anexo III). Recomenda-se que os resgatistas participem de exercício simulado de resgate a cada 12 meses, no máximo.
EM CONFORMIDADE
Lei nº 9.394, De 20/12/1996;
Decreto nº 5.154, De 23/07/2004;
Resolução CNE nº 04/99;
Lei 6.514, De 22/12/1977;
Portaria Mtb nº 3.214, De 08/07/1978;
Norma Regulamentadora N° 33;
Norma Regulamentadora N° 35;
ABNT NBR 16710.

PEDIDO DE ORÇAMENTO
Fale conosco, nós podemos lhe ajudar!

